Ao redor do mundo, as mulheres ainda enfrentam diversas barreiras para ingressarem no campo das ciências. Diante disso, fica a pergunta: há incentivo suficiente para que ocupem esse espaço? Embora existam diversos programas pelo planeta que visam incentivar isso, ainda há obstáculos que dificultam a valorização das mulheres na ciência. Projetos que incentivam a presença feminina na ciência ainda são incipientes, e ainda precisam de ações mais assertivas de instituições e líderes de grupos de pesquisa.
Ainda são raros os laboratórios pelo mundo compostos majoritariamente por mulheres, em que elas são líderes e protagonistas. É interessante notar que, há casos em que esses líderes planejam o incentivo direto, estruturando suas equipes para que sejam compostas somente por mulheres. Em outros casos, isso acontece de maneira casual, o incentivo não foi planejado no início, mas, ao perceberem o impacto positivo na carreira e na vida dessas pesquisadoras, mantêm e fortalecem essas ações.
Assim, há laboratórios que são referência nesse incentivo. Dentro da UERJ temos o LATED (laboratório de tecnologias educacionais disruptivas), que tem uma equipe de pesquisa formada majoritariamente por mulheres.